Apenas você mesmo

A espontaneidade pra mim é uma ‘facilitadora de vida’. Em um mundo em transformação, onde o bem e o mal andam lado a lado, ser espontâneo é uma dádiva.

Há quem diga que é uma qualidade apenas se não for confundida com a impulsividade. Ok. equílibrio.

Há quem prefira pensar dez vezes antes de falar/agir em certas ocasiões concordo, mas deixar de lado todo o lado espontâneo por qualquer justificativa que seja, medo do que outras pessoas irão pensar/falar, medo de expor pensamentos/sentimentos/opiniões, se expor, medo de dizer ‘não’ e de receber também.

Nós seres humanos temos um mundo dentro de nós, o tempo inteiro estamos expressando sentimentos, somos feitos de caretas, caras e bocas, entonações, olhares, manias, ou seja, vem de dentro e sai nos gestos, é da nossa natureza, então por que barrar isso? Pra que deixar de sermos o que sempre fomos?

Mesmo os mais espontâneos reclamam:

“O sistema poda a sociedade.”

Isso desde A.C Antes de Cristo. Somos moldados a pensar, ao invés de sentir. E como sentimos o tempo todo, somos podados o tempo todo.

Não é preciso ter vergonha, é preciso apenas ser quem você é. E é preciso logo porque o mundo já está cheio de verdades que são mentiras, cheio de ‘não me toques’, medos, receios Aiiii que chatice!!

Vamos viver, falar, gesticular, se tocar, responder, desabafar, se entregar, rir de nós mesmos!

“Vamos nos livrar!”

É aquele clichezão ‘O que levaremos dessa vida, né?’ A não ser lembranças, nostalgias, que consequentemente aflorarão o quê? Sentimentos… e estamos aqui novamente…sentindo.

Um ciclo. Pois é.

Arrepender do que não fez é que não dá, viver de passado, muito menos. 😉

A vida é bela, mas é dura e ter que, ainda por cima fingir, se esconder, guardar… não, muito obrigada. <3